1 do brasil a receber a vacina da universidade de Oxford contra Covid: “amor”, Só Boas Notícias

Cirurgia dentista Denise Abranches - Foto: reprodução / InstagramA cirurgia dentista, Denise Abranches Foto: reprodução / Instagram

O 1 do brasil, e de receber a vacina experimental da universidade de Oxford contra a Covid-19, que é a mais avançada do mundo, foi dito que a prova de que o medicamento foi “um ato de amor”.

Denise Abranches, de 47 anos de idade, é uma cirurgiã dentista, e o coordenador de Odontologia do Hospital de São Paulo, brasil.

Ela disse que aceitou o convite de estar no momento e que não tem medo de tomar a vacina experimental. Disse que foi “um ato de amor”, ” para ajudar a população e os profissionais de saúde, em que, como ela, trabalham na linha de frente.

Denise, revelou que recebeu a aplicação da dose na noite do dia 23, mas não se pode saber se ele recebeu a vacina ativa contra a Covid-19, ou um imunizante contra a meningite, que é aplicada no chamado ” grupo de controle, como se fazem as provas.

Disse que não sentiu os efeitos secundários até à data.

Sem medo

Cirurgião dentista explica que não tem medo de tomar a vacina experimental, porque se vive todos os dias em metade dos pacientes mais graves, com o coronavírus e que poderia ter sido infectada, se não fosse a alta disciplina em que se conta.

Os testes da vacina em que Denise foi recebido estão a levar a cabo em colaboração com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), onde Denise, professora associada da Escola Paulista de Medicina.

Esta é uma das 2 mil pessoas saudáveis que estão a receber o serviço em Portugal.

Denise se encaixa com o perfil adequado para os voluntários: profissionais de saúde, com idades compreendidas entre os 18 e os 55 anos de idade, que se encontrem na luta contra a Covid-19, e que não foram infectadas pelo novo coronavírus.

Agora à espera de saber se a administração da vacina diz respeito à vacinação que se espera e se fará um acompanhamento da evolução da resposta imune no Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (Crie), da universidade de são paulo.

Com informações de O mundo e a Voz Argentina

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