A Fiocruz, que contará com uma produção de 100 milhões de doses da vacina da universidade de Oxford: Covid, Só Boas Notícias

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Agora já é oficial. No Brasil, contará com uma produção de 100 milhões de doses da vacina de Oxford, o que se mostrou seguro e que induz uma resposta imune, como foi publicado na revista científica The Lancet.

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o Ministério da Saúde e da farmacêutica britânica AstraZeneca, assinaram um “memorando de entendimento”, na quarta-feira, 31 de março, segundo informou a Agência Brasil.

Nele são definidos os parâmetros econômicos e tecnológicos para a produção da vacina contra a Covid-19, e de acordo com o ministério, assegura-se de que a incorporação da tecnologia de Bio-Manguinhos, da Fiocruz), para que a Argentina esteja em condições de produzir a vacina de forma independente.

A Fiocruz recebeu a informação técnica fornecida pelos que Não são necessários para a identificação dos principais equipas, o início da produção da indústria.

A entidade brasileira, também ficará à disposição da capacidade técnica para a aceleração do processo de planejamento industrial da vacina, junto com outros companheiros.

De acordo com o Ministério da Saúde e, ao mesmo tempo, da Fiocruz) e foi constituído um comité de acompanhamento técnico-científico, as iniciativas relacionadas com as vacinas contra a covid-19, com a participação de especialistas da Fiocruz e de outras instituições, como a universidade de São Paulo (USP) e da federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Goiás (UFG).

A administração da vacina

O medicamento já está em fase de ensaios clínicos em Portugal ou em outros países.

A assinatura do acordo final de seu pedido e tecnológica, que está prevista para a segunda semana de agosto, e que se deve garantir o acesso aos mais de 30 milhões de doses da vacina entre os meses de dezembro e janeiro de 2021 e 70 milhões de pessoas ao longo dos dois primeiros trimestres do ano que vem.

Investimento

O Ministério da Saúde informou que está prevista uma transferência de us$ 522,1 milhões, no âmbito da Bio-Manguinhos, unidade da Fiocruz), uma empresa de produção de imunobiológicos, a fim de ampliar a capacidade de produção nacional de vacinas.

Outros R$ 1,3 bilhões, são os gastos correspondentes aos pagamentos previstos no contrato de encomenda da tecnologia.

Os valores que contemplam a execução da vacina.

A distribuição de

A administração da vacina, produzida por Bio-Manguinhos, será pelo sistema único de saúde, Sistema Único de Saúde.

O acordo a que Não se permitirá, além da incorporação tecnológica, da vacina, no âmbito de uma plataforma para o desenvolvimento de uma vacina para a prevenção de outras doenças, como a malária.

Com informações da arquidiocese de guadalajara

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