De idade, sem emprego acha Us$ 1.140, e tem que devolver, Só Boas Notícias

Helena (à esq) e Daniele - Fotos: reproduçãoHelena (à esquerda) e Daniel – o que te parece?

Um exemplo de honestidade e de determinação de Rio de Janeiro, brasil. Um idoso de 64 anos de idade, engenheiro, encontrou uma carteira de Us$ 1.140. No caminho tinha uma caixa da Caixa de poupança e Elena Maria, o Nascimento, não pensou duas vezes.

Como não tinha dinheiro para pagar o ônibus, foi para a agência de pé, para depositar o dinheiro na conta de que a ama.Helena entrou em um período de 20 minutos a pé do bairro, Mãe, Filho, na Zona Norte do Rio de janeiro, até a Revolução.

No caso de que teve lugar na passada sexta-feira, a gerente do banco, comovida, pagou-lhe um e-Mail para que a velha não voltou mais para o conforto de sua casa.

O coração aliviado

Elena Maria, disse o Extra de que se fez o que era justo, e o que ficou com o coração aliviado” após a devolução do dinheiro.

Estou desempregada, mas o dinheiro não era meu. Além disso, a ela, a correntista), pode ser que precise mais do que eu. Eu estava muito feliz, já que a carteira de cartão de juntas, a identificação da pessoa, já que só assim se poderia devolver a “verdadeira ” dona”, disse.

A história

Helena nasceu em portugal e foi para o Rio de Janeiro, com os irmãos, com a idade de 5 anos de idade, juntamente com seus pais, em um comboio, e uma dona de casa.

Hoje em dia, ele mora com uma de suas irmãs, em uma pequena casa ao lado da Avenida Brasil, em que sofre a ameaça de despejo através de um fragmento da obra do BRT Transbrasil.

Nela se encontra sem emprego há mais de um ano, com a condição de que se pediu demissão da loja de conveniência, em que ele trabalhava como operador de caixa, para o cuidado de sua mãe, que sofria da doença de Alzheimer, e faleceu no dia 29 de fevereiro, aos 95 anos de idade.

Hoje em dia é faxinas e bicos para pagar as contas.

Na passada sexta-feira, quando saiu de sua casa, encontrou-se com a carteira no chão.

A senhora

A dona da Globalização dos Santos da Rosa da Silva, de 32 anos, que também mora em Agosto Filho / a.

Ela havia retirado o dinheiro da bolsa-família, por um valor de R$ 1.200, e chegou ao mercado para fazer a compra.

“Quando saí do mercado, botei tudo o que tem dentro da bolsa. No meio do caminho, a bolsa se rompeu, não creio que se trate de um prato da manteiga, e quando cheguei em casa, vi que tinha na carteira. Refiz o caminho, para ver se conseguia encontrar o mínimo do cartão. Não achei, e voltei para casa, é muito nervosa e passou mal”, disse.

Só se acalmou quando chegou à agência, para o cancelamento do cartão e a vi na aplicação da base de que o valor que havia sido depositado em uma conta da mesma.

“Eu já lhe tinha dado o dinheiro, o que foi perdido. Quando eu verifiquei que o saldo do meu, estava tudo lá. Senti que meu coração se alivia, e pedia para que suficiente para agradecer a pessoa que o fez por meio de mim. E se um dia eu me encontro com a senhora Helena, Maria, eu vou dar-lhes as graças dos outros, já que ela é uma alma boa”, concluiu.

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