Depois de 9 dias na unidade de cuidados intensivos, cuidados de enfermagem de volta para ajudar: covid, Só Boas Notícias

Max agora e na UTI - Fotos: arquivo pessoalMax, agora e na unidade de cuidados intensivos – Fotos: arquivo pessoal

Um herói de verdade. O autor Max Rodney Cindra de Braga, de 43 anos de idade, está de volta ao trabalho esta semana, depois de tudo covid o 19 e o sofrer de 9 dias em um leito de unidade de terapia intensiva, no Rio de Janeiro, brasil.

Os profissionais da Saúde e do Samu da cidade autônoma de buenos aires, e os trabalhadores de primeira linha, retomou o serviço de um médico emergencista com dez quilos a menos.

Mesmo matado Max pediu a seu chefe para voltar a trabalhar para ajudar seus pacientes.

“Uma vez que atestei, que tinha sido curado, insistiu com meu chefe para ir trabalhar e já estou em marcha. Há muita gente que morre, muitos dos colegas que se encontram em baixo, são muitos os profissionais de Saúde no esquecimento… e eu não podia ficar parado”, disse Max, no Suplementar.

Ele disse que o alívio que sente ao sair do hospital, e depois de novo exame, a descobrir o que tinha sido curado. Max agradeceu aos cuidaram dele.

“Quando saí do hospital, eu me dei conta de que era muito amado. Graças a Deus, a resposta tem sido muito boa, familiares, colegas de trabalho”, disse o médico, que faz um apelo:

“Pelo amor de Deus, que fiquem em sua casa, para cuidar de seus anciãos, aos seus pais, suas mães… é o que dizem os especialistas. Eles são os especialistas, nós não temos que falar com eles. As pessoas que não estão levando muito a sério… tanto na Descida como na capital, que conta com um monte de gente andando pelas ruas, dando um suave… dêem a importância da vida. E que dêem a importância da enfermagem”.

A história

Max, de 43 anos de idade, não fumante, não é que a diabetes ou a hipertensão e a prática da luta comum.

Começou a sentir os primeiros sintomas da Covid-19, o dia 11 de abril: tosse, dificuldade para respirar e teve que ser levado ao hospital da cidade.

“Eu comecei a sentir os sintomas de um domingo, e foi para sua casa. Segunda-feira eu fiz um exame, uma vez que se detectou que tinha 30% de minha pulmonar comprometida. Os sintomas, que não param de piorar as coisas, e verifiquei no meu celular, que, a meu saturação que estava de baixa, e eu comecei a me preocupar e pedir socorro, até que a UPA de salinas, município em que vivem. De lá, fui transferido para o dia de são valentim, o dia seguinte”, disse.

O medo

É semelhante ao que via todos os dias, o caos se abriu à sua volta.

“Eu estive nos dois lados da luta contra o Covid, e é muito triste por tudo o que eu vi. Na minha cama, eu estava na frente da sala de reanimação, e a difícil tarefa de reverter uma parada cardíaca de um paciente com um coronavírus, eu via as crianças de 3, 4 e gente que morre à noite. Tinha vontade de se levantar e ajudar meus colegas de classe, mas não conseguia nem levantar a cabeça”, disse Max.

E, enquanto, através das pessoas e da morte, também piorou.

“Foi terrível. Eu quase que me intubado em várias ocasiões. Gerou em mim o pânico, muito mais, um medo… por ser um profissional da saúde, de que eu via, no monitor de saturação de download, e sabia que podia chegar a ser intubado. Eu sabia que, se assim fosse, eu poderia não voltar mais”, disse.

“Dos mais de 20 camas, os que me rodeiam, só eu e o outro, o paciente, não é necessário ser intubados”, disse.

“Com Este vírus, mas pode causar muito dano. Pois a verdade é que é muito preocupante é que era um circo dos horrores [no hospital]”.

Onde foi infectado

Max Rodney Cindra de Braga, à esquerda de um Hospital estadual, dia dos namorados, em Volta Redonda, no dia 29 de abril.

Não se sabe se agarrou a doença no trabalho, ou no comércio.

“Na ajuda de pessoas que trabalham com todos os dispositivos de segurança, mas você pode fazer de qualquer maneira”. Eu posso ficar preso no hospital, assim como você pode ficar preso no mercado, por exemplo).

Agora está recuperado, continua dando voltas.

“Continuaremos tomando todas as precauções, porque a república popular da China, houve 77 no caso de reincidência. Foram muito poucos, mas houve”, disse.

A gratidão

Quando saiu do hospital em cadeira de rodas, segurando um cartaz que diz: “eu venci”, que o autor fez questão de agradecer de novo.

“Temos que reconhecer a excelência dos trabalhadores de Saúde, no dia dos namorados, as pessoas devem ser reconhecidas”.

Max, quando teve uma alta Foto: divulgação / SES

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