Filho de um lar, agora é doutor em ciências da Engenharia, e graças a sua mãe, Só Boas Notícias

Dona Maria e Giuliano - Foto: arquivo pessoalDona Maria Romeo – Foto: arquivo pessoal

Na história da luta de uma mãe, de um lar e com um filho, centrou-se, terminou seu doutorado.

A tese de doutorado do engenheiro florestal, Romeu Ferreira Pereira, de 29 anos de idade, foi defendido nos últimos 5 dias, o que foi aprovado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Romeu realizada nas redes sociais, mas lamentou a ausência da mãe, a ele, à sua esposa, Maria de Fátima Ferreira, de 62 anos de idade, que faz parte do grupo de risco, e que não pôde participar da conquista, em relação a uma situação de isolamento social e de Covid-19.

O novo médico disse que Maria fez todo o possível para que seu filho tivesse que ela não o era. oportunidades na vida.

A história

Romeo começou o curso de Ciências rurais, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com apenas 19 anos de idade, em Curitiba, quando a universidade instalou-se no campus da cidade, no ano de 2009.

No ano de 2016, com seus mais de 25 anos de idade, foi morar na cidade de Curitiba, Paraná, brasil, depois de ser aprovado em uma entrevista com o grau académico de doutor.

É originário da cidade de Curitiba, no estado de Santa Catarina (brasil), e que, desde a infância, foi estudado em escola pública.

Sua mãe, Maria de santiago de compostela, começou a trabalhar como doméstica na adolescência, e depois de ficar órfã, e é acolhido por uma das irmãs.

Até o dia de hoje, além de integrantes da mesma família. “Eles sempre me deram muito incentivo para que Romeo estudar”, disse o Governo do estado do Paraná.

Maria de Fátima, que veio até o 3 ° ano da Escola Primária.

“Eu Me sinto muito bem, feliz da vida. A história do filho da senhora [suspira]. Espero que continue sendo um bom menino. O Romeu nunca se preocupou, porque sempre foi muito querido”, disse a mãe do ano.

Como a maior parte das crianças mais desfavorecidas, Romeo frequentou o jardim de infância, às vezes, ia viver para a casa da senhora, mas, segundo ele, não existia o preconceito. “Minha mãe trabalhava o dia todo, estava se esforçando para cuidar de mim e de meu irmão, e minha irmã, que é maior de idade avançada. Eu estava animado”, diz.

A gratidão

Giuliano agradece a sua mãe e foi para a universidade pública, por ter chegado onde chegou.

“Além de ser um filho da dona de casa, sou um filho na Universidade pública, e dei-me conta de que minha carreira (UFSC), mestre (UDESC) e, agora, o doutorado (UFPR), em centros públicos de educação”. […] De que a educação pública se transformou em minha vida e na de muitas outras pessoas que não têm a oportunidade de realizar seus estudos em todos os outros modos de transporte”, disse.

Com informações do Governo do estado do Paraná

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