“Gotinha” da pólio, que pode ter eficácia contra covid: realizou-se um estudo, Somente Boas Notícias

Foto/arquivo: Marcelo Camargo/AgênciaBrasilFoto de arquivo: Antonio Sánchez/AgênciaBrasil

Pesquisadores do Instituto de Virologia Humana da Universidade de Maryland, nos estados UNIDOS, fizeram um estudo e descobriram que a administração da vacina oral contra a pólio no mundo, “a gota” – ou a abertura de capital, a Vacina Oral contra o Vírus da poliomielite, que foi criada por Albert Sabin, na década de 1950, pode oferecer uma proteção temporária contra a covid-19.

Talvez por isso, as crianças são menos afetados do que os adultos, por covid-19 de julho, que tenham sido vacinados contra a pólio há muito pouco tempo, e com a “gotinha”.

O estudo foi publicado na prestigiosa revista científica Science (ciência), sexta-feira, 12, e leva à evidência de que a gota, e também da administração da vacina contra a tuberculose, conhecida como BCG, se dão no organismo humano e de protecção contra as infecções, entre elas as infecções respiratórias agudas produzidas pela covid-19.

A primeira evidência que se encontra, o que chamou a administração da vacina BCG no novo coronavírus, que nos países em que foram oferecidos, em grande medida, a vacinação da população, e foram feitas campanhas de promoção da vacinação contra a tuberculose – que tiveram as taxas de infecção da covid-19.

A semelhança apontada por pesquisadores, entre os quais o novo coronavírus, e o vírus da pólio está no fato de que ambos os microrganismos, incluindo os que possuem uma cadeia positiva do dna (material genético utilizado para a replicação das células humanas.

Por isso, os cientistas escrevem-se no estudo de dois dos vírus que podem ser afetadas pelo mecanismo das vacinas existentes.

“Os relatórios mais recentes indicam que o COVID-19 e que pode dar lugar a respostas imunes inatas apagados. Portanto, a estimulação por vacinas vivas atenuadas se pode aumentar a resistência à infecção pelo vírus causador da síndrome respiratória aguda grave – coronavírus 2 (SARS-CoV-2). Em estudos clínicos, nessa hipótese, podem iniciar de forma imediata. Nos ensaios da BCG, já iniciaram a vacinação dos profissionais de saúde, na linha da cabeça (NCT04327206, NCT04328441). O ponto final desses estudos é que, ao contrário da incidência, duração e gravidade da COVID-19, entre as populações vacinadas contra a pólio, e não vacinados contra a pólio”, disse à revista Science.

A proposta dos cientistas

“Os estudos clínicos têm demonstrado que, além de proteger contra a pólio no mundo da OPV foi reduzido o número de novos vírus que podem ser afetados, de crianças vacinadas contra a pólio, em comparação com os que receberam placebo,… os Estudos clínicos de grande escala da OPV para a prevenção das doenças que são realizadas nas décadas de 1960 e 1970. Eles se envolveram mais de 60.000 pessoas e demonstrou-se que a abertura de capital foi eficaz contra a infecção pelo vírus da gripe, a redução da mortalidade em 3,8 vezes em relação à média. A vacina OPV, também teve um efeito terapêutico das infecções pelo vírus do herpes simples genital, o que acelera a cicatrização de feridas”, disse.

“Propomos o uso da OPV, para melhorar a prevenção e o COVID-19. No entanto, o vírus da pólio como o coronavírus é um vírus de RNA de fita é positiva; portanto, é pouco provável que possam induzir e são afetados pelos mecanismos habituais da imunidade inata. Há uma série de vantagens importantes no uso da OPV: um sólido histórico de segurança, a existência de mais de um sorotipo, que pode ser usado de forma sequencial para prolongar a duração da proteção, de baixo custo, a facilidade de administração de empresas e a disponibilidade de quartos. Há mais de 1 bilhão de doses de OPV, se produzem e são usados a cada ano em mais de 140 países do mundo”, continua a publicação científica.

As vacinas já existentes, que podem ser produzidos em massa, determinam-se, sem dúvida, o mais eficaz contra o novo coronavírus, em estudos futuros, a epidemia pode ter os dias contados.

“Se os resultados dos estudos com a abertura de capital são positivos, o que a OPV pode ser usado para proteger as pessoas mais vulneráveis de nossas sociedades. No entanto, na OPV, seria mais eficaz de toda a população de um país ou de uma região fora imunizada de forma síncrona. A OPV terá efeitos a partir do rebanho, e que, além de proteger as pessoas, mas que também pode prevenir a propagação do SARS-CoV-2, o aumento da proporção de pessoas que não sejam suscetíveis”, afirma a revista Science.

Mas ao final dos estudos, a principal esperança da comunidade científica que se encontra nas vacinas que se encontram na fase três dos ensaios, como o de Coronavac, que serão testados no Brasil, a campanha de vacinação da farmacêutica Moderna da Universidade de Oxford.

Com os dados da Ciência e o Exame de

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