Igual a menos que, após a agressão dos pais, que apoia os hospitais De$ 3 milhões de euros, Só Boas Notícias

Foto: David Tett PhotographyFoto: David Tett Photography.

O pequeno Tony Hudgell de 5 anos de idade, que já arrecadou mais de 500 milhões de libras (cerca De r$ 3 milhões de euros, para ajudar o hospital em que lhe salvou a vida, quando era um bebe, e a segunda guerra mundial, após a agressão dos pais biológicos. A criança teve que amputar as pernas, nesse momento.

Tony se usa nas pernas protéticas e naturais. Mesmo assim, ele decidiu levar a cabo o desafio de um apartamento de 300 metros por dia, perto de sua casa em Kings Hill, no condado de Kent, na Inglaterra, a partir de 1 de junho, para doar ao Hospital de Evelina Londres.

Sua intenção é a de chegar a idade de 10 km de distância. No 13 ° dia, e já estava a meio caminho, a marca de 4,9 km de distância.

Como se inspirou no ex-oficial do exército, o Capitão Tom Moore, que também arrecadou dinheiro para caminhar, quase 198 milhões de dólares para um hospital, em uma campanha para ajudar as vítimas da Covid.

A história

De acordo com a informação recebida pelo britânico Mirror, em 2014, em que a criança chegou ao hospital, Evelina Londres músicas para crianças, no leste de Londres, na Inglaterra da segunda guerra mundial, depois que as violações dos pais biológicos.

Nesse momento, os médicos acharam que não sobreviveria. Os especialistas, por que tiveram que amputar as duas pernas da menina, que teve múltiplas fraturas, traumatismos e insuficiência de múltiplos órgãos.

Os pais de família de acolhimento, Paula e Marcos Hudgell, foram informados de que seu filho nunca poderia andar, e nem ainda a dar os seus primeiros passos.E, desde então, Tony foi superando os desafios… e agora conta com mais de um por diante.

“Queríamos que tivesse um desafio, para ver se os implantes de advertência”, disse Paula, e para a Réplica.

Ela disse que estava impressionado com o desempenho de seu filho, mesmo depois de tudo o que havia sofrido.

Hoje em dia, Paula e seu marido, Mark, lutando para que seja aprovada a “Lei do iraque”, por insituir as penas mais duras para o abuso de uma criança e os pais de família.

Com os dados da Réplica e da Revista Crescer

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