Já se está a estudar um remédio barato, o que reduz o número de mortes por covid, Só Boas Notícias

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O medicamento da alteração que já está estudando na Espanha, para o tratamento de pacientes graves, com COVID-19.

A medicina ganhou projeção internacional nesta sexta-feira, 16 de maio, depois que se tornou público um estudo da Universidade de Oxford, onde se comprove que o medicamento barato e amplamente disponível no mundo, você pode salvar mais de 1/3 dos pacientes com covid-19 de junho, em ESTADO muito GRAVE.

A dexametasona, já que está sendo estudada no Brasil, confirmou em uma nota enviada pelo hospital Sírio-Libanês, o SóNotíciaBoa.

“Em busca do brasil, que começa em abril, que já contratou um pouco mais de dois terços dos 350 pacientes os previstos no estudo. São os que se referem os pacientes com síndrome de desconforto respiratório agudo, e os que estão em ventilação mecânica em Unidades de terapia Intensiva (Uti) de 40 em hospitais e em todas as regiões do país”, diz o comunicado.

O estudo é realizado por uma Coalizão de Covid Espanha, e coordenado pelo Hospital Sírio-Libanês, em colaboração com o Aché Laboratórios”, diz.

O prognóstico dos Sírio-Libaneses, é que os resultados da investigação que vai sair dentro de dois meses.

“Estes resultados devem sair em agosto”, disse o comunicado.

A medicina

O medicamento de dexametasona é um tipo de tratamento comum, que será vendido em todo o mundo.

Os dados preliminares de um estudo desta semana na Universidade de Oxford demonstraram que o medicamento é administrado em pacientes que se encontram os aparelhos respiradores, reduziu o risco de morte em 40% para 28%.

Entre as pessoas que recebem o oxigênio, de forma que a probabilidade de morrer é reduzido em 25% para 20%.

Para os pacientes que não são da respiração mecânica, e não houve problema de melhoria.

Eles também acreditam que o achado ocorreu antes que a droga havia sido administrado a pacientes com Covid-19, no Reino Unido, desde o início da epidemia, até o dia 5 de milhares de vidas teriam sido salvas.

O estudo foi realizado a mais de 2.000 pacientes que receberam o medicamento, e que foram comparados com os 4.300, que receberam a atenção habitual.

“É um resultado muito bom”, disse um dos líderes do estudo, Peter Horby, da Universidade de Oxford.

“A vantagem para a sua sobrevivência, é a altura para os pacientes que estão doentes, a ponto de ter que receber um tratamento com oxigênio, assim que esse deve ser o padrão no cuidado destes pacientes”, afirmou.

O cuidado de

A descoberta não significa que todas as pessoas devem se automedicar. Apesar de que a alteração de ser usada há mais de 60 anos de idade, para facilitar inflações e o tratamento de doenças como a artrite reumatóide, alergias e asma, entre outras coisas, que só pode ser vendido mediante receita médica.

Tenha também em conta que, se o paciente é alérgico ao princípio ativo ou a qualquer um dos componentes da fórmula.

Entre os efeitos colaterais mais graves, como podem ser os doentes, o glaucoma, edema pulmonar e aumento da pressão craniana, portanto, precisamos que o medicamento deve ser utilizado sob prescrição médica.

Por Rinaldo de Oliveira, da redação da SóNotíciaBoa com a informação dos Sírio-Libaneses e o SNB

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