No Brasil é possível dar prioridade a usar a vacina da universidade de Oxford: covid, Só Boas Notícias

Soraya Smaili / Unifesp - Foto: Alex ReipertSoraya Smaili / Universidade De São Paulo – Foto: Alex Reipert

O fato de ser o primeiro de seu país no teste da vacina da universidade de Oxford contra a covid-19, o que pode fazer com que a Argentina tenha uma prioridade para o uso de doses, o que a vacinação foi aprovado.

Com a participação do nosso país em primeiro lugar no Reino Unido da pesquisa da vacina, que enfrenta a Argentina como um “grande candidato” para seu uso, diz Soraya Smaili, diretora da universidade de são paulo, da Universidade Federal de São Paulo, da arquidiocese de guadalajara.

A universidade de são paulo vai participar na terceira fase da pesquisa da vacina do inglês nas próximas semanas. As provas que serão realizadas, com milhares de voluntários que vivem em São Paulo, e que intervêm nas atividades da exposição ao vírus.

“Há conversas nesse sentido, para que o país possa ter a prioridade no uso da vacina]. Estamos a trabalhar para que assim seja. O fato de que estamos integrando, e se torna o primeiro país que se encontram no Reino Unido, e também é o primeiro laboratório em Portugal a realizar estes estudos, semelhante a estes, não há nenhum outro no Brasil, fazendo com que o país é um grande candidato”, disse.

A produção da

De acordo com a reitora da universidade de são paulo, com o acesso à “receita” da vacina no país, terá a capacidade de reproduzir em grande escala, a partir dos laboratórios nacionais.

“Com o acesso à vacina, que nós temos a capacidade de produção em grande escala, através dos laboratórios nacionais, e de fato, como o Instituto Butantan, e nos laboratórios da Fiocruz), entre outros”, disse.

Por que a universidade de são paulo?

Soraya explicou por que na universidade de são paulo, foi uma das escolhidas para testar a vacina na Argentina.

Desde o início, por conta da direção da doutora Lily Código Weckx, que é o coordenador do estudo no Brasil, e é o coordenador do laboratório do Centro de Referência da campanha de Imunização da universidade de são paulo. Este centro, que tem conexões com outros pesquisadores no Reino Unido e outros países europeus. E, também, pela drª Sue Ann, a Costa de Clements, diretor do Instituto de Saúde Global da Universidade de Siena, e também é pesquisador do Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais da universidade de são paulo. Devido a experiência que possui na área dos estudos que já foram realizados anteriormente, e com uma boa reputação internacional, e em nosso laboratório da universidade de são paulo, foi selecionado para a execução da fase de testes da vacina”, disse.

Prazos de entrega

As provas de que ainda não se iniciaram. Isso deve ser assim, em torno da terceira semana do mês de junho.

“Nesta fase, será na etapa de seleção de pessoal. Em seguida, os resultados destes voluntários selecionados. Após a aplicação da vacina, e o acompanhamento por parte de alguns meses, com um máximo de doze meses, pelo que os resultados podem ser de grande ajuda. Eu disse, em um prazo de 12 meses, já que a vista é que, neste período de tempo pode ser de mais de doze meses, ou talvez um pouco menos”.

A administração da vacina da universidade de Oxford, que se realizou no laboratório da universidade no Reino Unido, em que está em processo mais avançado no mundo.

Com informações da arquidiocese de guadalajara

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