O Brasil passa a das 6 universidades no exterior, e a necessidade de ajuda para o pagamento de Somente Boas Notícias

Intercâmbio de Ana Carla no Canadá em 2013 Foto: Arquivo PessoalA troca de Ana Carla, no Canadá, em 2013 Foto: Arquivo Pessoal

Uma jovem da Bahia, que nasceu em Brasília, no passado dia 6 de universidades estrangeiras na Europa e nos estados UNIDOS, mas não tem o dinheiro para pagar os estudos.

Ana, que mora na cidade de Salvador, tem à venda os livros, as roupas, fazer rifas e dando aulas particulares de inglês, para ajudar a aumentar a quantidade total.

Também foi aberto um gatinho on-line para ver se você pode retirar o dinheiro no tempo.

“Ainda faltam em torno de us$ 95 milhões. Portanto, eu decidi criar um gatinho virtual”, disse.

O valor não inclui voos, vistos, despesas de alojamento, alimentação, saúde e transporte, dentro dos primeiros 12 meses de duração.

Criada no bairro de Cajazeiras, passou a “configurações”, financeiros e convivia com a realidade de todos os dias. Portanto, o propósito da vida de Ana, Carla, é melhorar a vida das pessoas. É isso o que ela se vai estudar.

Durante o mestrado, Ana conta para a qual deseja realizar a busca e criação de projetos em temas relacionados com a pobreza e a desigualdade, para o desenvolvimento das próprias reflexões e estratégias para gerar um maior impacto sobre a comunidade de trabalho das Nações Unidas.

A perícia

Ana, Carla, Carlos, de 30 anos de idade, lançou uma campanha de financiamento coletivo para estudar um mestrado em uma das melhores instituições do mundo, no Graduate Institute of International and Development Studies (IHEID), na Suíça.

Ela tem uma licenciatura em Relações Internacionais, desde o ano de 2009, e na IHEID pede que se apresente em outubro do mesmo ano.

A campanha a favor da Ana, se chama @ajudeanaaestudar em seu perfil no Instagram, e também está no Catarse, para receber contribuições.

Além disso, gravou um vídeo explicando o motivo de querer estudar no exterior. (ver mais em baixo)

“Os desafios financeiros que não se deve limitar aos nossos sonhos”. Na sentença, foi ensinado desde a tenra idade da mãe, Ana, Carla, Carlos, e parece ter tido um efeito muito mais forte do que o de Ana Cristina, talvez se possa imaginar.

Própósito

Desde que era muito jovem, e ela lhe diz que está segura de que a sua intenção é a de impactar e influenciar a vida das pessoas, e para cursar este mestrado será de grande importância para que você possa adquirir conhecimentos e colocar em prática.

Ana, permanecendo ainda em parceria com a UNICEF, o Fundo das nações Unidas para a Infância, em que dirige um projeto sobre o impacto da Copa do Mundo, a Baía, entre 2015 e 2019.

O projecto visa apoiar os municípios para reduzir as desigualdades em matéria de crianças e adolescentes da região semi-árida.

Ana durante estágio na UNICEF Foto: Arquivo PessoalAna, durante a fase da UNICEF, Foto: Arquivo Pessoal

Por Andréa Fassina, na redação da SóNotíciaBoa

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