Os planos de saúde têm que cobrir as provas de sorologia: Covid, Só Boas Notícias

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A partir desta sexta-feira, 14, os planos de saúde têm que cobrir os testes de sorologia para Covid-19. A determinação da AN, a Agência Nacional de Saúde.

A decisão foi tomada esta quinta-feira, 13, e que entra em vigor, assim que sair no Diário Oficial da União, nesta sexta-feira a partir do dia 14 de agosto.

A norma estabelece que apenas os pacientes com sintomas, estes terão direito a um exame, após o sétimo dia do início dos sintomas, inclusive crianças e adolescentes no âmbito de suspeita da doença.

Não terá direito à cobertura do plano para os pacientes que testatam positivo no teste de RT-PCR, que teve um resultado positivo no teste sorológico, ou menos, há menos de uma semana (com exceção de crianças e em pacientes que estejam dispostos a fazer a prova, para voltar de novo ao local de trabalho.

No exame

O exame de sorologia, que se identifica a presença de anticorpos no sangue do paciente, o que foi exposto ao vírus em algum momento no tempo, com independência de que se apresentem os sintomas da doença.

A obrigatoriedade de testes de sorologia dos planos de saúde, que já está incorporada, que havia sido revogada pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região, no mês de julho.

A FenaSaúde é uma entidade que reúne os principais operadores do sector, disse para O mundo que a decisão da AN “desconsidera os argumentos técnicos expostos por especialistas das mais diversas fontes,… e que os levantamentos, pode-se ver que, no oitavo dia, quase metade das e os resultados podem ser falsos, o que pode levar a um comportamento perigoso, no auge da epidemia”.

É o momento adequado para a realização de testes sorológicos, de acordo com a FenaSaúde, a partir do 21º dia do início dos sintomas, quando, com a precisão de que o exame seja superior a 95%.”

Mas o Idec, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, disse que a decisão dos ANOS não tem sido mais do que suficiente.

“Nós Entendemos que deve ser a obrigação de que o plano cubra sorológicos no caso dos pacientes que tiveram contato com as pessoas, positivadas, mas que não desenvolveram os sintomas da doença. No setor privado, deve-se dividir o sistema em que o custo de acompanhar o crescimento da doença na população”, disse a advogada Ana Carolina Navarrete, do Idec.

Com informações da AgênciaBrasil e O mundo

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