Os refugiados se descobre no Brasil, o que pode voltar a andar, Só Boas Notícias

José Torres e a família - Foto: Refugio343José Torres, e o da família da Foto: Refugio343

No estatuto de refugiado, José Torres, descobriu duas coisas mais importantes que chegou a todo o mundo o poder da solidariedade e da qual se tem a possibilidade de voltar a andar.

Ele trabalhava nas minas de ouro no chile, teve um acidente de trabalho: caiu em um poço da mina, fraturou uma vértebra da coluna vertebral, e que não é capaz de andar.

O venezuelano chegou à Argentina em busca de um tratamento que, juntamente com sua esposa, Ariany, que estava grávida na época.

Eis o que descobriu o que poderia recuperar o movimento das pernas, mas para isso é preciso, com urgência, a fisioterapia e o tratamento neurológico.

O Refúgio de 343 pôde ajudá-lo. A organização, que trabalha na reinserção social e econômica das famílias dos refugiados na venezuela, no Brasil, levou José para a cidade de Jundiaí, no interior do estado de São Paulo, no brasil.

Ele deu as boas-vindas, justamente pela estudante Juliana Zochetti. E foi ela que deu esperança para a venezuela.

Beatriz disse que, com o tratamento, há possibilidades de que sim, de que volte a andar, apesar de ter uma fratura na T-4 (vértebras da coluna vertebral, mas tudo vai depender da evolução do tratamento.

A história

A família, incluindo seu filho, Jonathan, que nasceu em Boa Vista (RR) chegou à cidade de São Paulo, no passado dia 29 de maio, e que já se encontra instalado em uma casa construída com a ajuda dos voluntários.

José, que já está recebendo o cuidado da saúde da mulher, Ariany, agora em busca de oportunidades no mercado de trabalho.

A família de José, é uma das 167 que, no Refúgio, 343 e interiorizou”.

A organização trabalha na reinserção social e econômica das famílias dos refugiados na venezuela e no Brasil.

Com a ajuda dos voluntários do Abrigo, 343, já se assegurou de famílias em 71 cidades de todo o país, com o recomeços 166 famílias, 55 delas ao longo dos meses de abril e maio, durante a pandemia.

No dia 20 de junho, justamente no Dia Mundial dos Refugiados (acnur), a organização completa de 1 ano, a primeira da família, interiorizada.

Como ajudar

As pessoas da sociedade civil, que podem fazer com que uma parte do trabalho de direitos humanos e acolher as famílias, nas cidades, ou mesmo tornam-se membros da organização.

Através de doações, a partir de us$ 1 por dia, pode ajudar a transformar a vida das pessoas.

Veja como você pode ajudar no site da Regufio343 .

Ou acesse a página deles no Instagram .

Por Rinaldo de Oliveira, da redação da SóNotíciaBoa

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